A Deco alerta, o governo alerta, os economistas alertam... mas é tarde... tarde demais para alguns.
O crédito malparado está a aumentar, cada vez mais e mais depressa... e porquê?
Basicamente por duas razões:
- Porque as pessoas se endividaram muito... mais do que deviam e podem;
- Porque as pessoas se endividaram mal... com más opções de crédito;
As pessoas endividaram-se muito porque cada vez é maior a tentação de primeiro comprar e depois pagar. Dantes comprava-se a casa com crédito, no resto primeiro poupava-se e depois comprava-se. Agora compra-se tudo a crédito: A casa, o carro, o plasma, as férias, o micro-ondas, o computador, a plástica, o colchão, o aspirador, o telemóvel, etc, etc.
Agora as pessoas começam a fazer contas às prestações que pagam... e chegam à conclusão de pagam mais do que conseguem suportar.
Mas pior do que muito endividamento é o mau endividamento. Entendemos por mau endividamento a escolha de uma opção de crédito que não é a mais adequada para o fim em causa. Basicamente com taxas de juros elevadas e prazos curtos que implicam prestações elevadas.
E de quem é a culpa? Das pessoas ou dos bancos?
Eu diria que a culpa é dos dois. Das pessoas, que se endividam muito, porque são cada vez mais consumistas. Dos bancos porque facilitam, publicitam e induzem ao crédito fácil... mas que não é o melhor crédito (para o cliente).
E que fazer agora? Ambos estão mal, clientes (que não conseguem pagar) e bancos (que não conseguem receber). Se relativamente ao endividamento não há muito a fazer senão pagar, já relativamente aos tipos de crédito há alternativas que permitem reduzir drasticamente o encargo mensal. Portanto, não vale a pena ficar a chorar pelos erros cometidos... há sim que começar a procurar alternativas porque as há. E quanto mais cedo melhor... porque depois de se entrar em incumprimento já há muito menos alternativas. Mas não vá em aventuras... procure quem sabe do assunto e o ajuda a escolher a melhor opção.
sábado, 13 de junho de 2009
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Tem vários empréstimos? E se pagasse só metade do que paga?
Há uns anos atrás a maior parte dos clientes recorria ao crédito bancário apenas para um efeito: a compra de habitação. Nos últimos anos os bancos criaram produtos que permitem ao cliente ter crédito para mil e uma coisas: crédito automóvel, crédito pessoal, cartão de crédito, crédito ao consumo (electrodomésticos, móveis, etc.).
Com o aparecimento destes produtos e com o aumento da publicidade tornou-se banal o recurso a estes créditos para as aquisições de valor mais significativo. Assim é vulgar encontrar quem tenha 3, 4 ou 5 créditos além do crédito habitação.
No entanto os chamados créditos ‘fáceis’ têm um senão, prazos curtos e juros muito elevados (até aos 30%) o que implica mensalidades elevadas. Quando se juntam vários créditos a soma das mensalidades pode ter um peso muito grande nos rendimentos familiares.
Se até há pouco tempo a única solução para consolidar os créditos num só e ficar a pagar bastante menos era o recurso ao crédito habitação, existem agora outras soluções.
Agora pode juntar todos os seus créditos pessoais, consumo, cartão crédito, etc. num só e ficar a pagar uma mensalidade de cerca de metade do valor.
Um exemplo: Um cliente que tenha 3 créditos pessoais no valor total de cerca de 20 000 euros poderá pagar pelos 3 créditos cerca de 600 a 700 euros de mensalidade. No entanto se consolidar num só crédito a mensalidade passará para cerca de 310 euros mês.
Além da redução de mensalidade este produto tem outras grandes vantagens:
- Não é necessário garantia da habitação
- Rapidez (em 48 horas tem a resposta)
- Pouca burocracia e despesas baixas;
- Pode obter capital adicional;
Para quê pagar mais, quando pode pagar menos? Consulte quem sabe do assunto!
Com o aparecimento destes produtos e com o aumento da publicidade tornou-se banal o recurso a estes créditos para as aquisições de valor mais significativo. Assim é vulgar encontrar quem tenha 3, 4 ou 5 créditos além do crédito habitação.
No entanto os chamados créditos ‘fáceis’ têm um senão, prazos curtos e juros muito elevados (até aos 30%) o que implica mensalidades elevadas. Quando se juntam vários créditos a soma das mensalidades pode ter um peso muito grande nos rendimentos familiares.
Se até há pouco tempo a única solução para consolidar os créditos num só e ficar a pagar bastante menos era o recurso ao crédito habitação, existem agora outras soluções.
Agora pode juntar todos os seus créditos pessoais, consumo, cartão crédito, etc. num só e ficar a pagar uma mensalidade de cerca de metade do valor.
Um exemplo: Um cliente que tenha 3 créditos pessoais no valor total de cerca de 20 000 euros poderá pagar pelos 3 créditos cerca de 600 a 700 euros de mensalidade. No entanto se consolidar num só crédito a mensalidade passará para cerca de 310 euros mês.
Além da redução de mensalidade este produto tem outras grandes vantagens:
- Não é necessário garantia da habitação
- Rapidez (em 48 horas tem a resposta)
- Pouca burocracia e despesas baixas;
- Pode obter capital adicional;
Para quê pagar mais, quando pode pagar menos? Consulte quem sabe do assunto!
Subscrever:
Mensagens (Atom)